::PERFIL::

Meu nick: Kiki

Meu niver: 14 de julho

Minha cidade: Rio de Janeiro

Meu desejo: namorar até ficar velhinha

Minha saudade: meus avós

Minha paixão: música












::POESIA::






.:"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?":.

(Fernando Pessoa)















::CITAÇÕES::









::MEU OUTRO BLOG::
















::LINK-ME::























::BLOGS AMIGOS::

Aqueta

Universo.Vida.Humanidade

Chega Mais

Gotinhas de Luz

Cristiny






::MENSAGEM ::




.:"Só enfrente um inimigo quando você estiver mais forte do que ele. Até lá, continue a se fortalecer:."
(Ditado Budista)









::POESIA::






.:: "Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso,tenho em mim todos os sonhos do mundo."::.

(Fernando Pessoa)






A Mona Lisa interativa - Mona Lips-synch - Exhibition Images in Paris - Citá des Sciences, France








::ESTOU LENDO::










::MAIS AMIGOS::


Honorável Escrita

Melodiahot

Sou-Loba

Regina Bee





::CARINHOS::





























::VALE VISITAR::

.::FABRÍCIO CARPINEJAR::.
.::J.G.de ARAUJO JORGE::.
.::OSHO - TARÔ ONLINE::.
.::FAROL DAS LETRAS::.
.::JORNAL DA POESIA::.
.::FARMÁCIA DE PENSAMENTOS::.
.::BUDISMO-DHARMANET::.
.::NO MÍNIMO::.
.::ADRIANA ZAPPAROLI::.
.::GOOGLE::.
.::TRADUÇÕES::.
.::CÂNCER DE MAMA- CLIQUE::.
.::BOLSA DE MULHER::.
.::SABEDORIA DOS MESTRES::.
.::PLANETA NA WEB::.
.::DOCES ASSINATURAS::.
.::DOCE VENENO GIFS::.
.::KYONEN EDITORA::.
.::CONHECIMENTOS GERAIS::.
.::KUBRICK_2001::.
.::FABIO KISS::.
.::MENSAGEM DE AMOR::.
.::MEDICAMENTOS GENÉRICOS::.
.::ESPIRITUAL::.
.::Dr. DRAUZIO VARELLA::.
.::BLOG DA ROSELY SAYÃO::.
.::UOL - O melhor conteúdo::.






::REVEJA::

01/12/2006 a 31/12/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/09/2006 a 30/09/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/10/2005 a 31/10/2005
01/09/2005 a 30/09/2005
01/08/2005 a 31/08/2005
01/07/2005 a 31/07/2005
01/06/2005 a 30/06/2005
01/05/2005 a 31/05/2005
01/04/2005 a 30/04/2005
01/03/2005 a 31/03/2005
01/02/2005 a 28/02/2005
01/01/2005 a 31/01/2005
01/12/2004 a 31/12/2004
01/11/2004 a 30/11/2004
01/10/2004 a 31/10/2004
01/09/2004 a 30/09/2004
01/08/2004 a 31/08/2004
01/07/2004 a 31/07/2004
01/06/2004 a 30/06/2004










::CRÉDITOS::






::VOTAÇÃO::

Dê uma nota para meu blog









::CONTADOR::



Amigos queridos, que o amor do menino Jesus renasça em seus corações e ilumine seus dias no novo ano.

Feliz Natal!



Escrito por Kiki às 10:42
[] [envie esta mensagem]





*** No Elevador do Filho de Deus ***

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
Que eu já tô ficando craque em ressurreição.
Bobeou eu tô morrendo
Na minha extrema pulsão
Na minha extrema-unção
Na minha extrema menção
de acordar viva todo dia
Há dores que sinceramente eu não resolvo
sinceramente sucumbo
Há nós que não dissolvo
e me torno moribundo de doer daquele corte
do haver sangramento e forte
que vem no mesmo malote das coisas queridas
Vem dentro dos amores
dentro das perdas de coisas antes possuídas
dentro das alegrias havidas

Há porradas que não tem saída
há um monte de "não era isso que eu queria"
Outro dia, acabei de morrer
depois de uma crise sobre o existencialismo
3º mundo, ideologia e inflação...
E quando penso que não
me vejo ressurgida no banheiro
feito punheteiro de chuveiro
Sem cor, sem fala
nem informática nem cabala
eu era uma espécie de Lázara
poeta ressuscitada
passaporte sem mala
com destino de nada!

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
ensaiar mil vezes a séria despedida
a morte real do gastamento do corpo
a coisa mal resolvida
daquela morte florida
cheia de pêsames nos ombros dos parentes chorosos
cheio do sorriso culpado dos inimigos invejosos
que já to ficando especialista em renascimento

Hoje, praticamente, eu morro quando quero:
às vezes só porque não foi um bom desfecho
ou porque eu não concordo
Ou uma bela puxada no tapete
ou porque eu mesma me enrolo
Não dá outra: tiro o chinelo...
E dou uma morrida!
Não atendo telefone, campainha...
Fico aí camisolenta em estado de éter
nem zangada, nem histérica, nem puta da vida!
Tô nocauteada, tô morrida!

Morte cotidiana é boa porque além de ser uma pausa
não tem aquela ansiedade para entrar em cena
É uma espécie de venda
uma espécie de encomenda que a gente faz
pra ter depois ter um produto com maior resistência
onde a gente se recolhe (e quem não assume nega)
e fica feito a justiça: cega
Depois acorda bela
corta os cabelos
muda a maquiagem
reinventa modelos
reencontra os amigos que fazem a velha e merecida
pergunta ao teu eu: "Onde cê tava? Tava sumida, morreu?"
E a gente com aquela cara de fantasma moderno,
de expersona falida:
- Não, tava só deprimida.

(Elisa Lucinda)



Escrito por Kiki às 11:23
[] [envie esta mensagem]




*** PÉTALAS ORVALHADAS ***

Sobre a mesa
pétalas brancas, gotejadas,
são lágrimas de cetim
de rosas desfolhadas,
prantos orvalhados de saudade.

Entardece e o sol se esvai,
pondo palidez dourada
em meu rosto e na vidraça,
enquanto a vida escoa
como pétalas que caem.

Aos poucos, acendem-se as luzes,
brilha a cidade em tons nostálgicos
sobre a pressa dos que passam
e dos néons a piscar.

A casa em silêncio
mergulha em trevas,
crepita sem fogo,
refunde a solidão
de longos corredores,
passarelas sem cores de luar.

Sobre a mesa
caem pétalas de mil flores,
como as gotas orvalhadas dos meus olhos,
que em vão nesta noite de temores,
buscam no escuro a luz do teu olhar.

(Maria Lucia Victor Barbosa)



Escrito por Kiki às 15:07
[] [envie esta mensagem]




... A cortina que separa as minhas
canções das tuas por um momento
esvoaçou ao vento. Então vi que a luz
da tua manhã estava repleta das canções
mudas que eu jamais cantei... Pensei
que as aprenderia aos teus pés, e
sentei-me, em silêncio...

(Rabindranath Tagore)



Escrito por Kiki às 18:02
[] [envie esta mensagem]





*** Se me é negado o amor ***

Se me é negado o amor, por que, então, amanhece;
por que sussurra o vento do sul entre as folhas recém nascidas?
Se me é negado o amor, por que, então,
A noite entristece com nostálgico silêncio as estrelas?
E por que este desatinado coração continua,
Esperançado e louco, olhando o mar infinito?

(Rabindranath Tagore)



Escrito por Kiki às 19:57
[] [envie esta mensagem]